Onde é a guerra? Novo espetáculo para crianças chega ao D. Maria II em março

14-03-2020

Onde é a guerra? é o próximo espetáculo do projeto Boca Aberta do Teatro Nacional D. Maria II, que estará em cena no Salão Nobre Ageas, no D. Maria II, de 14 de março a 4 de abril.

O inimigo é um ser horrível: destrói tudo o que pode, cheira mal dos pés e tem piolhos. Pelo menos, enquanto durar a guerra. Depois disso, em que se transforma esse inimigo? Onde é a guerra? é um espetáculo com encenação de Catarina Requeijo e interpretação de Luís Godinho e Victor Yovani, onde se parte do conceito de guerra e de inimigo para falar de medo, solidão, dúvida ou mudança.

O lugar da guerra está pronto: muro construído, armas preparadas e um soldado de cada lado. Com dois inimigos e ordens a cumprir, a guerra já pode começar.

Onde é a guerra? destina-se a crianças a partir dos 3 anos e estará em cena todos os sábados, às 16h00, de 14 de março a 4 de abril, no Salão Nobre Ageas, no D. Maria II.

O que é o Boca Aberta?

O Boca Aberta iniciou-se em 2015 e conta já com mais de 10 espetáculos pensados para a infância. Este projeto, desenvolvido pelo Teatro Nacional D. Maria II, tem como objetivo introduzir as crianças ao teatro e às expressões dramáticas, com espetáculos desenvolvidos a partir de textos que integram o Plano Nacional de Leitura, clássicos da literatura e obras contemporâneas de autores portugueses e estrangeiros.

No âmbito do Boca Aberta, são produzidos 2 espetáculos por temporada, que são apresentados tanto no Salão Nobre Ageas, no D. Maria II (para famílias e escolas), como nos jardins de infância da região de Lisboa e em espaços como o Hospital de Dona Estefânia.

Ao longo de 5 anos, o Boca Aberta tem vindo a crescer e a consolidar-se, com sessões frequentemente esgotadas. Na temporada 2018-2019, assistiram aos dois espetáculos integrados no projeto cerca de 4.000 pessoas, entre crianças e adultos.

Nesta temporada 2019-2020, o Boca Aberta vê reforçada a sua parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, chegando a cerca de 120 salas de 45 jardins de infância da rede pública da cidade. A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa integra também este projeto (através de 13 dos seus equipamentos), numa perspetiva intergeracional, que cruza públicos de diversas idades.