8 Dicas que ajudam a garantir o futuro dos filhos

15-08-2019

Poupar, investir e prevenir são três conceitos essenciais para passar aos seus filhos. Saiba como poderá ensiná-los e, assim, garantir que tenham um futuro próspero.

Fazer um pé-de-meia, assegurar estabilidade em caso de imprevisto e incutir-lhes algumas bases de gestão do orçamento são passos importantes para a sua educação financeira. Conheça oito dicas para assegurar um futuro financeiramente risonho para as crianças. 

1. Faça uma poupança

Uma poupança mutualista é uma forma de juntar dinheiro para o futuro dos filhos. Esta poupança poderá ter vários fins, desde pagar os estudos universitários, ajudar a comprar casa ou a enfrentar os primeiros anos de trabalho com baixos rendimentos. O Montepio Poupança Complementar Jovem, por exemplo, permite reforços a qualquer altura. Pode estipular um valor para transferir todos os meses, para "engordar" a conta sem esforço e ainda beneficiar dos juros pagos.

2. Aproveite para ensiná-los a poupar...

A gestão da conta poupança é também uma oportunidade para ensiná-los a gerir o dinheiro e incutir-lhes algumas bases de poupança. Quando já tiverem algumas noções de matemática, comece a envolvê-los no processo. Em conjunto com as crianças, registe numa folha de papel cada depósito que fazem e peça-lhes para fazerem a soma e verificarem o resultado. É importante para perceberem que, com pequenos depósitos, poderão amealhar uma boa quantia para o futuro.

3. ...E ensinar como funcionam os juros

Quando as crianças tiverem entendido o conceito de aforro, pode aproveitar para falar sobre a importância dos juros nas poupanças. De forma simples, explique aos seus filhos que os juros são uma recompensa que o banco lhes atribui por terem o dinheiro guardado nos seus cofres. Se já tiverem idade para compreender, pode mostrar-lhes o extrato bancário e quanto ganham, por um determinado período, em juros. Quando tiverem apreendido este conceito pode passar para outro mais complexo: os juros compostos. Explique que o dinheiro que o banco lhes paga será adicionado ao montante que já têm no banco e investido automaticamente no período seguinte, fazendo com que o montante investido seja mais elevado. Consequentemente, o dinheiro que irá receber no período seguinte por juros será maior.

4. Fale com as crianças sobre dinheiro

O dinheiro não deve ser um assunto tabu na família. Se conversar abertamente sobre o assunto com os seus filhos, mas facilmente estes desenvolvem uma relação saudável com o dinheiro. É importante falar sobre o rendimento dos pais, onde gastam o dinheiro e explicar como gerem o orçamento familiar. Ao serem transparentes sobre estes assuntos, será mais fácil as crianças valorizarem o dinheiro e aprenderem a usá-lo com sabedoria.

5. Atribua uma mesada ou semanada

Por volta dos cinco ou seis anos, consoante a maturidade das crianças, poderá atribuir uma semanada aos seus filhos, de acordo com a ASFAC - Associação de Instituições de Crédito Especializado. É nesta altura que deverá começar a incentivá-los a estabelecerem pequenos objetivos e a poupar dinheiro para cumpri-los. Mais tarde, por volta dos 10 ou 11 anos, pode passar para a mesada. Incentive-os a fazerem um orçamento para gerir a sua mesada, definir onde vão gastar o dinheiro (lazer ou vestuário, por exemplo) e estabelecerem uma parte para poupar.

6. Envolva-os no orçamento familiar

É importante que os seus filhos participem em algumas decisões financeiras da família, relacionadas com o orçamento familiar. Por exemplo, se decidem fazer uma viagem à Eurodisney, podem juntar a família para elaborar o orçamento das férias. Ao analisar em conjunto o orçamento familiar, mais facilmente descobrem onde podem economizar. É uma forma de lhes ensinar que a viagem não é gratuita e que, às vezes, é preciso fazer sacrifícios para concretizar os objetivos.

7. Faça um fundo de emergência

Um fundo de emergência é uma forma de proteger a estabilidade da família, caso aconteça um imprevisto que impeça os pais de obter rendimentos durante determinado período de tempo. Como, por exemplo, o desemprego prolongado ou um acidente que os obrigue a deixar de trabalhar por algum tempo. O fundo de emergência deve ter, no mínimo, o equivalente a seis meses de despesas fixas. Deve, ainda, ser aplicado num produto que possa ser mobilizado a qualquer altura. Deste modo, num momento de maior dificuldade financeira, não será necessário alocar dinheiro das poupanças para a gestão diária.

8. Proteja o futuro dos filhos

Quem tem filhos já pensou, em algum momento, no que acontecerá à família se um dos pais falecer ou ficar inválido. Uma forma de garantir que o estilo de vida dos seus descendentes não fica comprometido por uma perda familiar é subscrever um seguro de vida que salvaguarde o futuro dos filhos em caso de doença grave, invalidez ou morte de um dos progenitores. As modalidades mutualistas de proteção disponibilizadas pela Associação Mutualista Montepio são uma boa opção para assegurar o futuro financeiro dos filhos em caso de infortúnio, como o falecimento de um dos pais ou um acidente que ponha em causa os rendimentos.

Fonte: montepio.org