7 novas dicas Kumon para superar o novo ano letivo

16/09/2021

Está a começar um novo ano letivo e as famílias estão cada vez mais conscientes de que, tão importante quanto o resultado escolar é como se aprende. O que poderá fazer com que as crianças mantenham uma atitude positiva relativamente à aprendizagem? A atitude do aluno para atingir os seus objetivos, por isso, é necessário promover a cultura do esforço e da motivação, ao mesmo tempo que se desfruta do processo de aprendizagem. Tome nota das dicas Kumon que preparámos para si.

1. Começar desde pequenos

O estudo e a aprendizagem dependem das capacidades do aluno que podem ser estimuladas desde cedo: atenção, memória, perseverança. Podemos também incutir aos mais novos hábitos relacionados com aspetos académicos desde cedo, pois sabemos que o seu cérebro tem grande capacidade de aprendizagem e adaptação. Cuidar do seu desenvolvimento desde a infância irá ajudar a adquirir uma base sólida para continuar a crescer nas próximas etapas escolares.

2. Desfrutar a aprender e poder fazer sozinho

Uma parte importante do ano letivo são os trabalhos de casa, que servem para aumentar a concentração, a planificação, a capacidade analítica, a memória e, acima de tudo, a autonomia das crianças. A motivação para fazer os trabalhos de casa durante o ano letivo não deve ser encontrada na ação de completar uma tarefa, mas na oportunidade de aprender e ganhar autonomia nas tarefas escolares.

3. Enfrentar exames e provas

A época de testes e exames pode ser desesperante para as crianças. Certamente, é uma das primeiras experiências em que enfrentam os seus medos sozinhos. Esta é uma situação em sentir medo e ansiedade é normal. Para mitigar esta questão, o ideal é transmitir-lhes que confiamos em si e nas suas capacidades.

4. Errar e aprender

Não cometer erros durante o ano letivo é um erro em si mesmo. Se as crianças se habituarem a não cometer erros, não saberão como lidar com a frustração ao comete-los. Quanto mais cedo cometerem erros e entenderem que essa situação faz parte do processo, mais cedo aprenderão a aceitá-lo.

5. Dedicação e persistência

Alguns estudos de Carol Dweck, professora de psicologia da Stanford University e uma das principais investigadoras de referência internacional em educação, concluem que a melhor forma de aumentar a autonomia é reforçar a dedicação e o esforço das crianças, e não tanto as capacidades inatas como a inteligência.

6. Aprender a longo prazo

Devemos compreender o trabalho que as crianças realizam durante o ano letivo como um processo e não apenas para adquirir conhecimentos, mas sobretudo para adquirir competências de estudo. Como tudo na vida, para aprender a estudar é preciso treinar a mente: entender, sintetizar, memorizar, relacionar conceitos, autoavaliar....

7. Manter uma rotina de aprendizagem

Os atletas de elite precisam de treinar todos os dias para se prepararem para as suas competições e o mesmo vale para a mente humana, por isso, é importante que as crianças dediquem parte do seu tempo à aprendizagem das rotinas, mesmo após o final do ano letivo. Dessa forma, estaremos ensinando-os a ter prazer em aprender e aumentaremos a sua capacidade de aprendizagem.

Todas as dicas Kumon tem como objetivo ajudar as crianças, de acordo com as suas necessidades, para que sejam capazes de desenvolver todas as suas capacidades e aptidões intelectuais. Nos centros Kumon oferecemos atualmente a frequência de 15 dias gratuitos nos programas Kumon Matemática ou Kumon English. Vamos experimentar?

Sobre a Kumon

Kumon é a maior empresa de educação do mundo. Está presente em mais de 50 países, nos 5 continentes, com uma rede de centros de estudo onde são ensinados os programas de Matemática Kumon e Inglês Kumon, desenhados para atingir o máximo desempenho dos alunos. A marca foi fundada há 60 anos por Toru Kumon, um professor de matemática, em Osaka, no Japão. O método visa desenvolver o potencial máximo de aprendizagem de cada aluno e promove o desenvolvimento de capacidades através da autoaprendizagem. Mais de 25.000 centros em todo o mundo e 4.400.000 alunos matriculados garantem o sucesso do método do professor japonês.